Não tenho força, disseste tu. Se tivesse tínhamos ido comer qualquer coisa e depois quem sabe uma visita ao cinema. Esta foi uma pequena parte de uma conversa que ouvi, entre duas pessoas perfeitamente normais, daquelas com vidas como tantas outras. Este episódio fez-me recordar, não me perguntem porquê, uma série de coisas, ou talvez não tenha tido nada a ver com recordações mas apenas com associações livres, que tanto gosto de fazer. Uma das recordações teve a ver com uma música, na minha humilde opinião (atenção que ainda não sou o Moura dos Santos, mas tenho pena sou apenas a sua fã número 1), um dos mais belos poemas de amor que algum dia se escreveu, chama-se 2º andar direito e pertence ao Sérgio Godinho.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
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